sábado, 29 de outubro de 2011

...
*eu queria ser dessas pessoas que conseguem se abrir, mostrar suas fraquezas e seus medos pra alguém...
ou pelo menos ter alguém pra isso

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

...
*qual é o limite entre palavras e pedras?

sábado, 8 de outubro de 2011

Ás vezes é preciso dormir, dormir muito. Não pra fugir, mas pra descansar a alma dos sentimentos. Quem nasceu com a sensibilidade exacerbada sabe quão difícil é engolir a vida. Porque tudo, absolutamente tudo devora a gente. Inteira.

[MQ]

quarta-feira, 21 de setembro de 2011


Whatever makes you happy
Whatever you want
So very special
I wish I was special

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

*as vezes eu me pergunto se quem me joga pedras não consegue imaginar o quanto já posso estar ferida.

sábado, 3 de setembro de 2011

"Fiquei um pouco preocupada com vc, achei sua voz desanimada.
vc é tudo que eu tenho. não gosto de ver vc triste. fico triste também.

fique bem!!!

te amo."

[email da minha mãe, mandado 5 minutos depois de desligarmos o telefone...
me fez desabar...]

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

"E" e "Se" são duas palavras tão inofensivas quanto qualquer palavra, mas coloque-as juntas lado a lado, e elas tem o poder de assombra-lá pelo resto da sua vida. "E se".. E se? E se?

Não sei como sua história acabou. Mas sei o que você sentia na época era amor verdadeiro então nunca é tarde demais. Se era verdadeiro então, porque não o seria agora? Voce só precisa ter coragem para seguir seu coração. Não sei como é sentir amor como o de Julieta, um amor pelo qual abandonar entes queridos, um amor pelo qual cruzar oceanos. Mas gosto de pensar que, se um dia sentisse, eu teria coragem de agarra-lo. E Claire se voce não o fez, espero que um dia faça.

Com todo meu amor.

Julieta



[Do Filme Cartas Para Julieta]

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

— Que que foi? — perguntou, lenta. E esse era o tom que indicava a abertura para um novo jeito. Mas ele tossiu, baixou os olhos para a estamparia de losangos da toalha. Vermelho, verde. Plástico frio, velhos morangos.

— Nada, mãe. Não foi nada. Deu saudade, só isso. De repente, me deu tanta saudade. Da senhora, de tudo.

[cfa]
*deu saudade de casa :(

Tô tão só, Zézim. Tão eu-eu-comigo...


[cfa]

...
*eu-eu-comigo.
poderia ser eu-com-os-outros, mas eu nunca soube muito como ser assim.
Ninguém me ensinará os caminhos. Ninguém nunca me ensinou caminho nenhum, nem a você, suspeito. Avanço às cegas. Não há caminhos a serem ensinados, nem aprendidos. Na verdade, não há caminhos.

[cfa]

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Uma das palavras mais frustrantes da linguagem humana, até onde sei, é amor. Tanto significado atribuído a essa única palavrinha... As pessoas falam nela livremente e a todo tempo, usando-a para descrever seu apego a bens materiais, bichos de estimação, destinos de férias e comidas preferidas. Às vezes, numa mesma frase, empregam essa palavra também para a pessoa que consideram mais importante em suas vidas. Isso não é absurdo? Não deveria haver outro termo para descrever uma emoção tão profunda? Os humanos são muito preocupados com o amor. Todos estão sempre desesperados para formar um vínculo com uma pessoa a quem possam se referir como sua "alma gêmea". De acordo com o que li na literatura, parecia-me que estar apaixonado significava ser o mundo inteiro da pessoa amada. O resto do Universo era insignificante comparados aos amantes. Quando estavam separados, cada um entrava em estado melancólico, e apenas quando se reuniam seus corações tornavam a bater. Só estando juntos poderiam realmente ver as cores do mundo. Uma vez separados, aquela cor sumia, deixando tudo cinzento e nebuloso. Eu ficava na cama me perguntando sobre a intensidade dessa emoção que era tão irracional e tão irrefutavelmente humana. E se a fisionomia de uma pessoa fosse tão sagrada para você a ponto de se increver permanentemente em sua memória? 


[Bethany, em Halo / pág: 20]

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém.
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim.


[William Shakespeare]


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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Acho que não precisava ser assim. É tudo tão forte, tão profundo, tão bonito, não precisava doer como dói. Eu não podia apenas sorrir quando me lembrasse de você?

[cfa]
Onde quer que eu vá, o que quer que eu faça
sem você não tem graça...

(Capital Inicial)

domingo, 7 de agosto de 2011

Acho que é bonito existir em alguém do jeito que você existe em mim.

(cfa)

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sábado, 6 de agosto de 2011

Seria sem sentido chorar, então chorei enquanto a chuva caía porque estava tão sozinho que o melhor a ser feito era qualquer coisa sem sentido. Durante algum tempo fiz coisas antigas como chorar e sentir saudade da maneira mais humana possível: fiz coisas antigas e humanas como se elas me solucionassem. Não solucionaram.

[cfa]

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*acordei tão triste, tão sozinha, que só queria entrar pro banho e deixar cair as águas... fiquei ouvindo música enquanto elas caiam, se misturavam... primeiro tocou
chorei, chorei e chorei enquanto as músicas tocavam, na esperança de sair dali melhor. não adiantou.
não tá adiantando.
não tem adiantado.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Quem não compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação.

(Mário Quintana)

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*foram poucas as vezes em que li uma coisa TÃO certa numa hora tão oportuna.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Round my hometown
Memories are fresh
Round my hometown
Ooh, the people I've met
 
[Adele]

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

E então? Somando os prós e os contras, as boas e más opções, onde, afinal, é o melhor lugar do mundo?
Meu palpite: dentro de um abraço.

(...)
Dentro de um abraço nenhuma situação é incerta, o futuro não amedronta, estacionamos confortavelmente em meio ao paraíso.

O rosto contra o peito de quem te abraça às batidas do coração dele e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou agradecer, dentro de um abraço voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.


[MM]

...
Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de "uma ausência". E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.

[cfa]