quinta-feira, 28 de abril de 2011




(...)
Maybe surrounded by
A million people I
Still feel all alone
I just wanna go home 
(...)


...
* =,,,(

Um dia você aprende que...

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida; aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam; percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve compará-los com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde se está indo, mas se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve. Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se; aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou; aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha; aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens; poucas coisas são tão humilhantes... e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando se está com raiva se tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém; algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores, e você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.

...
*AMO esse texto. Do começo até o fim.
Ilha não é só um pedaço de terra cercado de água por tudo quanto é lado. Ilha é qualquer coisa que se desprendeu de qualquer continente. Por exemplo: um garoto tímido abandonado pelos amigos no recreio, é uma ilha. Um velho que esperou a visita dos netos no Natal e não apareceu ninguém, é uma ilha. Até um cara assoviando leve, bem humorado, numa rua cheia de trânsito e stress, é uma ilha. Tudo na gente que não morreu, cercado por tudo o que mataram, é uma ilha. Toda ilha é verde. Uma folha caindo é ilha cercada de vento por tudo quanto é lado. Até a lágrima é ilha, deslizando no oceano da cara.

[OM]

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*totalmente ilha hoje. =/

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dizem que a gente tem o que precisa. Não o que a gente quer. Tudo bem. Eu não preciso de muito. Eu não quero muito. Eu quero mais. Mais paz. Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais eu. Mais você. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais.

[cfa]

segunda-feira, 25 de abril de 2011


(...) Por pura vertigem, nos dias seguintes repetia quanto sentia saudade: alecrim hortelã alecrim hortelã alecrim hortelã alecrim. (...)

[cfa]


...
*alecrim hortelã alecrim hortelã alecrim hortelã
SAUDADE, s.f. Recordação, ao mesmo tempo triste e suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhadas do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; pesar pela ausência de pessoa(s) querida(s); nostalgia; -s: cumprimentos; lembranças afetuosas a pessoas ausentes. sau-da-de

...
* =/

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Quando penso em você e eu e no que compartilhamos, sei que para os outros seria fácil menosprezar o tempo que passamos juntos simplesmente como um subproduto dos dias e noites à beira-mar, uma "aventura" que, a longo prazo, não significa absolutamente nada. É por isso que não conto às pessoas sobre nós. Eles não iriam entender, e não sinto necessidade de explicar, simplesmente porque sei que em meu coração como foi real. Quando eu penso em você, não posso deixar de sorrir, sabendo que você me completa. Eu te amo, não só agora, mas sempre, e sonho com o dia em que você vai me abraçar novamente.


[Savannah, para John, em Querido John / pág 153]

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Horóscopo

Inicio: 21/04/2011 Fim: 21/04/2011

Podemos ficar bastante sentimentais sob a infuência desse trânsito, que costuma reavivar lembranças do passado. Agora, iremos gostar da companhia de pessoas e coisas de outros tempos. O problema é ir longe demais nesse sentido e não prestar atenção às exigências do presente.

A maioria das pessoas se mostra bastante afetuosa nesse momento, querendo proteger aqueles de que elas gostam. Existe, porém, o risco de se tornarem possessivas demais. Se agirem desse modo, terão problemas com esse trânsito, que costuma ser leve e agradável de um modo geral.

(...)
Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar também.Tá me entendendo? Eu sei que sim. Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Faz tempo que quero ingressar nessa viagem, mas pra isso preciso saber se você vai também. Porque sozinha, não vou. Não tem como remar sozinha, eu ficaria girando em torno de mim mesma. Mas olha, eu só entro nesse barco se você prometer remar também! Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que prometer que vai remar também, com vontade! Eu começo a ler sobre política, futebol, ficção científica. Aprendo a pescar, se precisar. Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena.
Remar.
Re-amar.
Amar.

[cfa]
...
*de novo aqui esse trexo aqui, pq "é só me pedir".

quarta-feira, 20 de abril de 2011




Eu já sei o que meus olhos vão querer
Quando eu te encontrar
Impedidos de te ver
Vão querer chorar
Um riso incontido
Perdido em algum lugar
Felicidade que transborda
Parece não querer parar
Não quer parar
Não vai parar
Eu já sei o que meus lábios vão querer
Quando eu te encontrar
Molhados de prazer
Vão querer beijar
E o que na vida não se cansa
De se apresentar
Por ser lugar comum
Deixamos de extravazar, de demonstrar
Nunca me disseram o que devo fazer
Quando a saudade acorda
A beleza que faz sofrer
Nunca me disseram como devo proceder
Chorar, beijar, te abraçar, é isso que quero fazer
É isso que quero dizer
Eu já sei o que meus braços vão querer
Quando eu te encontrar
Na forma de um "C"
Vão te abraçar
Um abraço apertado
Pra você não escapar
Se você foge me faz crer
Que o mundo pode acabar, vai acabar


[BC]
A próxima vez que a gente se encontrar
Eu vou te dar um beijo, sem pensar...



(...)
Fecho os olhos e posso te tocar
A saudade tá me deixando louca
Diz pra mim que a gente vai se encontrar
E que esse dia já tá quase chegando
Que o meu coração enfim vai respirar
Vem que a nossa história tá começando 

Não dá pra não pensar em você
Tá cada vez mais difícil não poder te ver.
(...)

[S&J]



...

terça-feira, 19 de abril de 2011

Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos.
Joga a vida, como quem não tem o que perder.
Como quem não aposta. Como quem brinca, somente.
Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça.
Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você.
Abraça o que te faz sorrir . Sonha que é de graça.
Não espere. Promessas vão e vem. Planos se desfazem.
Regras você as dita. Palavras o vento leva.
Distância só existe pra quem quer . Sonhos se realizam, ou não.
Os olhos se fecham um dia, para sempre.
E o que importa você sabe, menina,
É o quão isso te faz sorri, e só.

(Menina Flor)
Eu não preciso me "entender". Que vagamente eu me sinta, já me basta.

[cl]
Palavras até me conquistam temporariamente, mas atitudes me ganham ou me perdem para sempre.

[cl]

quinta-feira, 14 de abril de 2011

(...)
        - Ei, mamãe, você quer ouvir um monólogo em que estou trabalhando para a aula e me dizer sobre o que acha que ele fala? Não me refiro à história, ele é meio comprida. Você não precisa se lembrar das palavras, só me diga o que acha que é, em termos afetivos. Quando eu acabar, você me diz o que sentiu, está bem?
       Ela fez que sim e a atriz começou. Alice olhou e escutou, e se concentrou além das palavras ditas pela atriz. Viu seus olhos se desesperarem, buscarem, implorarem a verdade. Viu-os pousarem nela, mansos e agradecidos. No começo, a voz dela pareceu hesitante e assustada. Aos poucos, e sem se elevar, tornou-se mais confiante, depois alegre, às vezes soando como uma melodia. As sobrancelhas, os ombros e as mãos relaxaram e se abriram, pedindo aceitação e oferecendo perdão. Sua voz e seu corpo criaram uma energia que invadiu Alice e a levou às lágrimas. Ela estreitou o lindo bebê em seu colo e beijou sua cabecinha de cheiro adocicado.
       A atriz parou e voltou a ser ela mesma. Olhou para Alice e esperou.
       - E então, o que você está sentindo?
       - Estou sentindo amor. É sobre amor.
      A atriz sorriu, correu para Alice, deu-lhe um beijo, e cada parte de seu rosto parecia radiante.
      -Acertei? - perguntou Alice.
      - Acertou, mamãe. Você acertou em cheio.


[Para Sempre Alice / pág. 278]

...
*saudade enorme da mamys.
(...)
É isso mesmo. Charlie não tem tempo. Ninguém tem. Mas ele sabe o que é importante agora. Acima de tudo, ele e Tess se apaixonarão  novamente.  Eles se beijarão pela primeira vez. Eles velejarão por entre as ilhas de coral de Belize em sua lua de mel. Eles se mudarão para uma casa na Alameda Cloutman - a mesma casa onde ele cresceu. Eles terão dois filhos. Pela primeira vez em muito tempo, ele acordará pela manhã com o latido de um novo beagle, com uma sensação de que o mundo inteiro está bem e de que todas as pessoas das quais ele gosta estão bem e saudáveis. Ele construirá um playground com balanços embaixo de um pinheiro para seus filhos. Ele jogará beisebol com eles todas as noites, e os estimulará a correr contra a lua e ter grandes aventuras. (...)


[Morte e Vida de Charlie St. Cloud / pág. 281]

...
*adorei o livro apesar dele ter feito eu pensar na morte e sentir "medo" dela.
"Medo" de não conseguir realizar todas as coisas que desejo.


terça-feira, 12 de abril de 2011

Sinto saudades de quem não me despedi direito, das coisas que deixei passar, de quem não tive mas quis muito ter.

[CL]

...
*nada aqui diz mais de mim do que isso.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fazer escolhas é perder as outras vidas possíveis e lembrar disso abala estruturas.

[MM]

...
*escolhas.....
Sentia uma pressa por dentro, sentia pressa: havia alguma coisa que ela precisava saber e experimentar e não estava sabendo e nunca soubera.

[CL]